Comentários são bons, embora haja alguns que se vê que não tem nenhum fundamento, ou seja, ridículos!
Autor: Bruna
Quanta choraminga.. deixa o garoto ser feliz. Ele está com o PAI, não o padrasto!
Autor: PLINIO MARNHÃO
Isso é que dá confiar nesses GRINGOS CANALHAS, quando esse pilantra levou a criança prometeu que jamais impediria o acesso dos avôs ao menino. Agora até para falar com a criança tem que ser em Inglês ( língua tosca) e também não pode falar da irmã para o garoto, e nem a palavra SAUDADE
Autor: berenice bueno
Esqueceram o que fizeram com o Pai....
Autor: luiz ricardo
Essa mulher ta precisando e de uma trouxa de roupas pra lavar.
Autor: José Carlos Werneck
Não há como se falar em PADASTRO,nem MADASTRA,quando uma pessoa tem PAI,ou MÃE,vivo,ou viva.Essa "família" brasileira do menino chega às raias do ridículo.
Autor: Agustinha Torres Carvalho
Tudo isso é muito triste isso demonstra que o bom relacionamento entre Brasil Estados Unidos não é suficiente para resolver esse problema. determinação para a guarda do menino ser entregue ao pai levou em consideração a Convenção de Haia, mas desrespeitou a Constituição Brasileira, violando direitos.
Autor: sergio mattos
O interessante é que ela está passando por tudo aquilo que o pai está passando quando tentava ver o filho. Diz o ditado: aqui se faz aqui se paga.
Autor: geraldo sousa
É patético o comportamento da avó. Parece cena de dramalhão mexicano. O pai evita a avó porque percebe a atitude doentia dela. Ela precisa de tratamento. Toda obsessão é prejudicial.
Autor: João Oliveira
"Fazei aos outros somente o que gostaria que lhe fizessem". Sábia mensagem da Bíblia. Quando o pai biológico de Sean queria ver SEU filho, não podia.Quanto tempo o Sr. David Goldman passou sem ver seu legítimo filho? Agora os avós maternos estão sofrendo por não ver o neto.Colhem o que plantaram.não?
Autor: alfredo scheuer
Quando a avó proibiu a visita do pai não pediu ajuda. Ainda bem que o menino está nos EUA.
Autor: PLINIO MARNHÃO
Isso é que dá confiar nesses GRINGOS CANALHAS, quando esse pilantra levou a criança prometeu que jamais impediria o acesso dos avôs ao menino. Agora até para falar com a criança tem que ser em Inglês ( língua tosca) e também não pode falar da irmã para o garoto, e nem a palavra SAUDADE.
Autor: Waltercy Santos
Creio que este seja o preço que esta familia está pagando por ter apoiado um gesto tresloucado e ilegal da filha morta. Ninguém lembrou da Convenção de Haia quando este menino americano foi sequestrado nos EUA. E deram, todos (mãe padrasto e avós), uma banana à Convenção. Agora...
Autor: Ronildo Oliveira
Bonito né, senador!!!!! Agora existe Convenção de Haia pra ser respeitada né!!!??? Mas quando a mãe do Sean morreu ninguém lembrou de que o Brasil é signatário desta convenção!!! Por isso é que temos uma classe de políticos como esta a que o senhor pertence e olha e já votei muito no senhor.
Autor: waldir silva
Que situação dificil dessa avó, penso eu que o pai verdadeira está fazendo isso de propósito, aposto que a criança quer ver a avó, logo os dois estão sofrendo, isso não é justo...
Autor: João Marcus Silva
Eita veia chata essa vó do menino Sean....!!! Ele deve ser um charope, com certeza! Para de encher o saco do presidente Lula. Assim vai atrapalhar o presidente na sua cachaça...!!!
Autor: Vania Silva
Esta familia brasileira tentou romper os laços paternos com a criança, impedindo, de forma criminosa, o contato do pai com a criança, em vista da existencia de um padrasto, advogado, que ajudou e muito, a tumultuar o feito, veja-se a entrega da criança na embaixada...foi um show!
Autor: Regina Pessoa
É, quem antes violou agora invoca a Convenção de Haia... hum, hum...
Autor: Regina Pessoa
Com certeza, André! Tenho pena como ser humano, mas eles estão tendo agora o tratamento que deram ao PAI da criança. Sei que dar o troco em situação como essa não é certo (a criança sente falta da família brasileira), mas não sei se não faria a mesma coisa.
Autor: Andre
Essa tristeza toda teria sido evitada se a guarda da criança tivesse sido dada ao pai logo após a morte da mãe.