Here is the first part of Patricia's letter. I know we don't have much time but if someone sees something which has not been well translated, please let me know. It was not an easy piece to translate, as I'm not at all familiar with the terminology used by Patricia.
Memorando em resposta à carta de autoria de João Paulo Lins e Silva ao ‘Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente’ e divulgada na imprensa Patricia E. ApyAdvogada de David Goldman
Paras, Apy & Reiss, P.C.
Red Bank, Nova Jersey
Recentemente tomei conhecimento de correspondência divulgada na mídia brasileira, supostamente de autoria de João Paulo Lins e Silva, apresentando sua versão dos eventos acerca do caso Goldman.
Grande parte da narrativa contém declarações que não são apoiadas em fatos mas sim rumores admitidos e, por isso, não há necessidade de responder a essas acusações, principalmente porque não são relevantes para decisões tomadas acertadamente em acordo com a Convenção de Haia.
A Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de Abdução de Menores é de inquérito restrito: Uma criança foi ilegalmente removida ou está retida fora de seu lugar habitual de residência, e longe de um genitor em exercicio de custódia ou cuja custódia seria exercitada não fosse a remoção ou retenção? Se a resposta é sim, o retorno da criança é obrigatório.
No entanto, será certamente útil para uma avaliação da credibilidade da carta, em especial àqueles que estejam tentando, legitimamente, entender o caso, abordar várias questões objetivas, todas apoiadas e documentadas por evidências submetidas por ambas as partes às cortes dos Estados Unidos, que contradizem o relato de João Paulo Lins e Silva.
A tentativa do Sr Lins e Silva de caracterizar o caso como uma questão nacionalista é não somente incorreta, como depreciativa do sistema judiciário e governo brasileiros, que parecem estar agora apoiando o pedido pendente de retorno da criança aos Estados Unidos. Os comentários de Lins e Silva podem somente ser considerados um ato de desespero, concebidos com a intenção de desviar-se das obrigações do Tratado.
Primeiramente, o Sr. Lins e Silva apresenta em sua correspondência uma linha do tempo que, pela primeira vez, contém confissões que, na realidade, servem como evidência do papel do Sr Lins e Silva nessa longa e sórdida história, e confirmam a suspeita de longa data que Bruna Goldman planejou e premeditou a abdução do filho, como foi originalmente afirmado pelo Sr. Goldman ao entrar com o processo em agosto de 2004.